Gestão da Mudança

Quais as chaves para gerir a mudança e alcançar os objectivos pretendidos?

Antes de mais, gostaria de reflectir convosco sobre um mito que vai prevalecendo na literatura de gestão, que tem como premissa que as pessoas resistem à mudança e têm de ser manipuladas, intimidadas e persuadidas a abandonar a tranquilidade do seu status quo.

Tenho uma perspectiva diferente, pois acredito que todos nós acolhemos bem a mudança, uma vez que apesar de todas as nossas tendências ortodoxas, estamos sempre à procura de novas experiências e novos desafios!

O busílis da questão coloca-se pois as pessoas só mudam por aquilo em que acreditam e uma vez que quem muda são as pessoas e não as empresas, só se conseguem os objectivos pretendidos se se conseguir que as pessoas, isto é, os nossos colaboradores o façam.

Para que uma organização se adapte à mudança e se projecte no século XXI, deixo algumas dicas:

• Os Líderes devem poder ser responsabilizados pelos colaboradores da linha da frente;

• Os colaboradores devem poder sentir-se livres para discordar;

• O estabelecimento de políticas deve ser o mais descentralizado possível;

• O altruísmo deve ser respeitado e encorajado.

 

 

(Excerto adaptado da minha intervenção no Fórum “Liderazo Directivo: desarrollo de equipos y organizaciones- Qué liderazgo necessitamos?”, organizado pelo ITAE, prestigiada Escola de Negócios de Espanha, no passado dia 11 de Novembro)

 


Licenciado e Mestre em Gestão de Empresas. Presidente da Gesbanha, S.A., especialista em capital de risco e empreendedorismo, investidor particular ("business angels") e Presidente da FNABA (Federação Nacional de Associações de Business Angels). Director da EBAN e da WBAA

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