New 7 Wonders Portugal internacionaliza conceito

 

Depois de ter organizado as Novas 7 Maravilhas do Mundo, 7 Maravilhas de Portugal, 7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo e agora as 7 Maravilhas Naturais de Portugal, a New 7 Wonders Portugal aposta na primeira internacionalização da marca e do conceito com a realização da eleição das 7 Maravilhas Naturais de Moçambique, que deverá decorrer em 2011.

 

Em declarações ao M&P, o presidente da New 7 Wonders, Luís Segadães, explica que a iniciativa surge depois de, em 2009, Moçambique ter tido um finalista entre as 27 maravilhas que foram a votação do público e que não chegou aos sete eleitos, a Ilha de Moçambique. “Tanto da nossa parte como da parte do governo de Moçambique ficou a vontade de fazer mais, de dar a conhecer o património que o país tem para oferecer. Daí termos começado com algumas visitas de reconhecimento para operacionalizar e delinear esta grande iniciativa”, justifica. Para esta exportação do conceito criado pela empresa portuguesa, “será criado um consórcio com a Companhia do Índico, que será a nossa parceira a nível local e que faz parte de um dos maiores grupos empresariais moçambicanos”, adianta Luís Segadães, que sublinha que “o know-how continua a ser nosso”. O projecto irá contar com o Alto Patrocínio da Presidência da República de Moçambique e do Ministério do Turismo de Moçambique. Segundo o responsável, estão agora a ser procurados “apoios institucionais, media partners e patrocinadores, à semelhança do que se passou em Portugal”.

 

A imagem deste projecto em Moçambique foi adaptada a partir da que temos para as 7 Maravilhas Naturais de Portugal. Toda a imagem do projecto e identidade do conceito em Moçambique está a ser desenvolvida pela Bloodymary & Braun, parceira da New 7 Wonders Portugal desde 2008. No que toca a volumes de investimento, Luís Segadães refere que o projecto está “ainda numa fase embrionária, de planeamento”. Ainda assim, adianta que deverá rondar os sete milhões que envolveram as 7 Maravilhas Naturais de Portugal, que, de acordo com o responsável, gerou entre Novembro de 2009 e Março de 2010 “um retorno mediático de mais de cinco milhões de euros.”

 

FONTE: Meios & Publicidade


Licenciado e Mestre em Gestão de Empresas. Presidente da Gesbanha, S.A., especialista em capital de risco e empreendedorismo, investidor particular ("business angels") e Presidente da FNABA (Federação Nacional de Associações de Business Angels). Director da EBAN e da WBAA

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