iPad invade a Corporate America

A concepção do iPad pode ser marcadamente dirigida ao consumidor ávido de novos gadjets, contudo, nos E.U.A. há cada vez mais empresas a integrar o iPad nas suas necessidades de comunicação móvel permanente.

 

Os puristas dos PC’s continuam a argumentar que o iPad é um brinquedo sem um propósito real- especialmente para o mundo corporate- mas a verdade é que as empresas aderem a este aparelho. O iPad até pode estar concebido para ser um device portátil para consumos mediáticos, porém, note-se o mesmo proporciona uma plataforma única de computação móvel, que se pode perfeitamente aplicada a negócios.

Segundo dados do Bloomberg, empresas como a SAP AG, Daimler ou a Mercedes-Benz já adoptaram o iPad da Apple para variadas tarefas, desde o acesso a emails, à melhoria da força de vendas, através das ferramentas de aprovação de encomendas ou da verificação das opções de financiamento disponíveis no aparelho.

 

A Apple já vendeu mais de três milhões de iPads e os analistas estimam que esta saga continuará, tendendo a chegar à cifra de dois milhões de unidades vendidas por mês.

As funções mais frequentes para as quais se usam dispositivos de computação móvel passam pela navegação na internet, o acesso a emails, a revisão de documentos ou, talvez, visionar um filme num voo de longa distância. Dispositivos como o iPad oferecem uma abordagem híbrida que combina as vantagens do smartphone com as do de um netbook para os profissionais de negócios que precisam de um aparelho mais do que adequado às suas necessidades.

O iPhone já venceu muitos preconceitos, tendo sido integrado em muitos departamentos de IT de empresas de média e grande dimensão. O que se verifica, efectivamente, é que o iPad está a fazer a transição entre o simples gadjet e a ferramenta de negócio mais rapidamente que o iPhone.

Adaptado do Magazine Network World


Licenciado e Mestre em Gestão de Empresas. Presidente da Gesbanha, S.A., especialista em capital de risco e empreendedorismo, investidor particular ("business angels") e Presidente da FNABA (Federação Nacional de Associações de Business Angels). Director da EBAN e da WBAA

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