Artigo de opinião de Nuno Fernandes, produzido no âmbito da unidade de crédito "Economia Portuguesa e Europeia", do Curso de Economia (1º ciclo) da EEG/UMinh.
Artigo completo in blog Economia Portuguesa e Europeia
« […] O Estado tem vindo a fazer um esforço por incentivar o uso de capital de risco para encorajar os empreendedores, mas, na actual conjuntura, após diversos problemas relacionas com a gestão destes tipos de capital outros factores ganham um maior relevo, tal como a criação de um ambiente que propicie a criatividade, formação que permita a transformação das criações que daí advêm em ideias de negócio e acima de tudo condições que permitam a sobrevivência desses negócios nos primeiros anos de vida.
Como tal, importa, para que as novas empresas possam surgir, fomentar a investigação nas universidades e nas empresas, incutir o espírito empresarial nos investigadores e outros “inovadores” e desburocratizar ainda mais os processos para a criação de empresas.
Por fim, após estas condições estarem satisfeitas, para que os negócios possam sobreviver, é urgente aumentar o grau de liberdade económica do nosso país diminuindo, por exemplo, a carga fiscal sobre as PME em especial nos dois primeiros anos de actividade.»