O Empreendedorismo Social “Vs” a Coesão do Silêncio e da Dependência

Recomendo a leitura do seguinte artigo de opinião da jurista Maria José Nogueira Pinto.

 

"Em Portugal, a justificação para não fazer, fazer pouco ou fazer mal é a falta de dinheiro. O deficit serviu como uma justificação pronta e inquestionável para reduzir o grau de exigência e de expectativa colectivo. Ora se há algo tão importante, num período de vacas magras, como o rigor gestionário, e muito mais estimulante, é a imaginação para fazer mais com o mesmo ou para fazer bem com menos.

O empreendedorismo social tem tudo a ver com isto. Trata-se de uma filosofia de intervenção social, de valorização da iniciativa, do risco, do investimento com retorno social, de exigência de sustentabilidade, de avaliação do impacto, de diversificação dos mecanismos de financiamento. Acreditar que basta uma boa ideia bem levada à prática para mudar a vida de muitas pessoas – e é aqui que a imaginação joga um papel decisivo – para criar alternativas à intervenção social reactiva e burocrática, responsável pela chamada coesão social do silêncio e da dependência."

 

artigo completo in DN Online, 12/06/08

 


Licenciado e Mestre em Gestão de Empresas. Presidente da Gesbanha, S.A., especialista em capital de risco e empreendedorismo, investidor particular ("business angels") e Presidente da FNABA (Federação Nacional de Associações de Business Angels). Director da EBAN e da WBAA

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