Critical Software certificada com CMMI Nível 5

Empresa obtém a mais exigente e prestigiada certificação de qualidade de engenharia de software

 

A Critical Software S.A. anuncia a obtenção da certificação CMMI Nível 5 (Capability Maturity Model Integrator), passando assim a fazer parte de uma elite muito prestigiada de entidades à escala global que exibem a mais exigente, reconhecida, e difícil de obter, certificação de qualidade no domínio da Engenharia de Software. A Critical Software S.A. é a primeira empresa em Portugal a lograr atingir o nível 5 do CMMI, depois de ter sido já a primeira empresa portuguesa a obter o nível 3 em Março de 2006. Com a aplicação do CMMI 5 a Critical Software visa ganhos importantes de produtividade, uma substancial optimização dos processos associados à engenharia de software, e uma muito elevada capacidade de planear, antecipar e mitigar riscos associados ao desenvolvimento de software.

O modelo CMMI foi desenvolvido pelo Software Engineering Institute (SEI) da Universidade e Carnegie Mellon em Pittsburgh – uma autoridade reconhecida em todo o Mundo na definição e certificação das melhores práticas em engenharia de software. Tal modelo foi desenhado a pedido do Departamento de Defesa Norte-Americano (DoD) para, efectivamente, garantir uma efectiva melhoria contínua dos processos de desenvolvimento software. O rigor e exigência dos sistemas informáticos do DoD tornavam necessários níveis de confiabilidade do software muito elevados, pelo que esse modelo foi considerado decisivo para o cumprimento da missão do DoD. Este modelo difere da norma ISO, desde logo, pela exigência, complexidade e morosidade na sua obtenção.

Aproveito a ocasião para, além de felicitar toda a equipa da Critical Sotware, recordar a importante intervenção do seu fundador, Gonçalo Quadros, no Encontro Gesventure e no VCIT realizados em 2009 (na foto, comigo e com João Miranda, vice-presidente e co-fundador da Frulact).


Licenciado e Mestre em Gestão de Empresas. Presidente da Gesbanha, S.A., especialista em capital de risco e empreendedorismo, investidor particular ("business angels") e Presidente da FNABA (Federação Nacional de Associações de Business Angels). Director da EBAN e da WBAA

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