Mais de 70% das empresas não investem em Inovação

  

 

Nova pesquisa da Unisys, realizada com 1.200 organizações em todo o mundo, revela uma consideravel desfasamento entre as metas de negócios e tecnologia da informação (TI) dos executivos e suas estimativas quanto à capacidade das organizações de alcançar esses objectivos.

 

Essa diferença indica que os executivos não estão a aproveitar ao máximo as iniciativas e investimentos em TI e precisam de novas abordagens para modernizar os processos, os aplicativos estratégicos e as infra-estruturas tecnológicas para enfrentar os principais desafios de negócios.

 

Solicitados a expor os seus objectivos de negócios mais importantes, os entrevistados do levantamento priorizaram as seguintes metas: conquistar novos clientes; estabelecer relacionamentos mais estreitos com eles; desenvolver novos produtos e serviços; aumentar as vendas e receitas; e abrir novos mercados.

 

Os executivos identificaram 10 características – quase todas relacionadas a investimentos em informação e TI – que consideram fundamentais para chegar a esses objetivos de negócios. Destacam-se entre elas a capacidade de apoiar a inovação, práticas de gestão de TI, tomada estratégica de decisões, abordagem de investimentos em TI, comunicações (fluxo de informação dentro da organização e entre organizações) e modelos de compras e de segurança de TI.

 

A pesquisa pediu ainda aos executivos que avaliassem o actual estágio da sua organização em relação à capacidade de execução em cada área e onde esperam que ela esteja daqui a três anos. Seguem os resultados:

 

– 62% dos entrevistados pretendem, dentro de três anos, incentivar a inovação ou alcançar a liderança de mercado no apoio à inovação. Ainda assim, 70% dizem que não contemplam a inovação ou que sua capacidade é moderada ou está apenas em evolução;

 

– Ao descrever as práticas de gestão de TI, 52% dos entrevistados esperam tratar a TI como um investimento ou diferencial em três anos, porém 72% a consideram uma função de apoio, um meio de aumentar a produtividade ou um gasto de capital;

 

– 67% dos entrevistados desejam ter comunicações integradas e colaborativas com as principais partes envolvidas, mas somente 32% afirmam que já têm essa capacidade;

 

·Embora apenas 51% dos entrevistados possuam estratégia e modelo formais e amadurecidos de compras de TI, 75% ambicionam tê-los dentro de três anos;

 

– 60% dos entrevistados avaliam seu modelo de segurança como inexistente, limitado ou moderado; contudo, 75% almejam que ele seja de última geração em três anos.

 

texto baseado num artigo do site : http://www.convergenciadigital.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=15822&sid=16

 

                      

 

 

 


Licenciado e Mestre em Gestão de Empresas. Presidente da Gesbanha, S.A., especialista em capital de risco e empreendedorismo, investidor particular ("business angels") e Presidente da FNABA (Federação Nacional de Associações de Business Angels). Director da EBAN e da WBAA

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