A raiz do problema das empresas Fannie e Freddie

 

 

De forma sucinta a raiz de todos os problemas envolvendo as empresas Fanie e Freddie que ocupam as capas dos jornais de todo o  mundo, está justamente na característica híbrida (meio estatal, meio privada) destas empresas.

 

 

Fannie e Freddie são duas empresas privadas, mas nem tanto. Digamos que sejam mais ou menos privadas, de acordo com a lente com que se olhe para elas. No jargão do mercado financeiro norte-americano, são chamadas de Government-Sponsored Enterprises – ou simplesmente GSEs. Atuam no mercado como uma espécie de agenciadoras de hipotecas e foram idealizadas para a missão de transformar o sonho da casa própria em realidade.

 

 

De acordo com informações da revista The New Yorker, diferentemente das empresas normais, Fannie e Freddie estão isentas de uma boa parcela dos impostos, bem como do cumprimento de algumas exigências legais e burocráticas, além de terem acesso privilegiado a linhas de crédito governamentais. Elas não são as únicas GSEs existentes no mercado americano. Outras agências de fomento de crédito, voltadas para o setor agrícola, sindical bancário, etc., foram planejadas pelo Leviatã Ianque, desde o advento do famigerado New Deal. Em cada um dos casos, o Tio Sam enxergou uma falha do mercado e resolveu intervir, sempre visando ao bem comum, evidentemente.

 

Para consultar o artigo integral consulte o site : www.midiasemmascara.com.br/artigo.php


Licenciado e Mestre em Gestão de Empresas. Presidente da Gesbanha, S.A., especialista em capital de risco e empreendedorismo, investidor particular ("business angels") e Presidente da FNABA (Federação Nacional de Associações de Business Angels). Director da EBAN e da WBAA

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