Estudo do impacto nas contas públicas de incentivo fiscal de 30%

Business Angels

Publicação de um estudo realizado pela Mazars em colaboração com a FNABA, sobre o impacto nas contas públicas de um benefício fiscal de 30% sobre investimentos de Business Angels, à semelhança do que acontece no Reino Unido.

Estas são as principais conclusões do estudo:

– O Estado recupera sempre o valor do benefício fiscal, não existindo qualquer perda de receita fiscal/despesa fiscal.
– O «pay-back» do Estado é de zero (0) meses, ou seja, o Estado recebe em impostos e contribuições para a segurança social mais que o valor do benefício antes de reembolsar o Business Angel
– O «pay-back» do Estado em termos temporais é idêntico em todos os cenários, não sendo afectado pelo sucesso ou insucesso da empresa onde o Business Angel investe, nem sendo alterado pelos valores de investimento nessa empresa
– O «pay-back» do Estado em termos temporais mantém-se estável para quaisquer valores de investimento
– «Rentabilidade» do Estado varia entre 108% e 6311%
– Porventura, a criação deste incentivo fiscal será das medidas com maior retorno para o Estado no relançamento da Economia

 


Licenciado e Mestre em Gestão de Empresas. Presidente da Gesbanha, S.A., especialista em capital de risco e empreendedorismo, investidor particular ("business angels") e Presidente da FNABA (Federação Nacional de Associações de Business Angels). Director da EBAN e da WBAA

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