O Jornal PÚBLICO errou… mas a Justiça funcionou! (2)

O Jornal Público errou… mas a Justiça funcionou!

Em primeiro lugar, quero manifestar a minha profunda gratidão a todos aqueles que, após terem tomado conhecimento da informação que transmiti nas redes sociais sobre o desfecho da ação judicial que intentei contra o Jornal PÚBLICO, reagiram solidariamente, enviando-me inúmeras mensagens de apoio pela posição que assumi em defesa da minha honra, do meu bom nome e da minha empresa e, acima de tudo, da verdade.

E a comprovar que o direito ao bom nome, enquanto direito fundamental de personalidade, não foi devidamente acautelado neste caso, venho reproduzir o seguinte extrato da deliberação emitida pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), em 8 de Fevereiro de 2017, no seguimento da Queixa que lhe foi apresentada, em 15 de Junho de 2015, pela Parvalorem, S.A., e pelo seu presidente do Conselho de Administração, Dr. Francisco Nogueira Leite, contra o Jornal Público, sobre a notícia em causa:

“Considerando que o jornal constrói os títulos, de primeira página e no interior do jornal, com base em generalizações que lhe aportam um sentido que na realidade a notícia acaba por não confirmar, resultando em falha de rigor informativo;

O Conselho Regulador (…) delibera dar provimento parcial à queixa, lembrando ao jornal Público o dever de acautelar o rigor informativo e a coerência dos títulos e manchetes das notícias que publica, em observância do disposto no artigo 3.º da Lei de Imprensa.”

A todos, o meu muito obrigado.


Licenciado e Mestre em Gestão de Empresas. Presidente da Gesbanha, S.A., especialista em capital de risco e empreendedorismo, investidor particular ("business angels"). Director da EBAN e da WBAA

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